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Aos que gostam de profetadas

e diz que não…

O culto segue, oração, cânticos, testemunhos, palavra e benção apostólica.

Ao término as pessoas deviam se dar por satisfeitas por terem cantado, ouvido uma palavra participado das orações, mais o que acontece?

Fazem uma filinha para receber mais uma oração, uma revelaçãozinha extra, quem sabe Deus ainda não falou o que precisava.

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A Confissão de Pedro – J. C. Ryle

Devemos observar inicialmente nesta passagem as diversas opiniões que prevaleciam sobre a pessoa de Cristo durante seu ministério terreno. (Lc 9.18-22) – Alguns afirmavam que Jesus era João Batista; alguns diziam que Ele era Elias, e outros afirmavam que um dos antigos profetas ressurgira dentre os mortos. Uma observação comum se aplica a todas estas opiniões. Todos concordavam que a doutrina de nosso Senhor era diferente da dos escribas e fariseus. Todos viam em Jesus um testemunho ousado contra o mal que havia no mundo.

Não devemos ficar surpresos, ao encontrarmos em nossos dias as mesmas opiniões a respeito de Cristo e de seu evangelho. A verdade de Deus perturba a indolência espiritual dos homens. Ela os constrange a pensar. O evangelho os faz discutir, argumentar, especular e inventar teorias, para justificar sua propagação em alguns lugares e sua rejeição em outros. Milhares de pessoas, em todas as épocas da História da Igreja, gastam suas vidas nestas coisas e jamais chegam a se aproximar de Deus. Satisfazem-se com infelizes comentários sobre os sermões deste ou daquele pregador ou sobre as opiniões de um ou de outro escritor. Elas dizem: “Este pregador é muito exigente”; ou: “Aquele é muito leviano”. Aprovam certas doutrinas mas rejeitam outras. Dizem que alguns pregadores são “corretos” e outros, “errados”. Tais pessoas são incapazes de chegar à conclusão sobre o que é verdadeiro ou o que é certo. Os anos se passam, e elas continuam na mesma situação — discutindo, criticando, achando erros, especulando, mas nunca indo além disso; vagueando como moscas ao redor das coisas espirituais, porém nunca pousando como as abelhas para alimentar-se de suas delícias. Jamais se apropriam de Cristo com ousadia. Não se dispõem a se envolver de todo coração na grandiosa obra de servir a Deus. Nunca tomam a sua cruz e tornam-se verdadeiros cristãos. Por fim, apesar de todas as suas afirmações sobre Cristo, morrem em seus pecados, despreparados para encontrarem-se com Deus. Mais >

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